Friday, April 18, 2008
Tuesday, September 20, 2005
Piqueteros - la forma del fenómeno
Analisamos a matéria especial do site do Clarín sobre os piqueteros argentinos. O mais interessante dessa matéria é seu formato atípico: se aproxima muito de um documentário de vídeo, mas suas todas as suas imagens são fotos. São explorados efeitos como zooms (in e out) e panorâmicas, comuns no telejornalismo. Tais recursos não são novidade em vídeo e televisão, mas ainda não são difundidos no webjornalismo.
Feita em flash, a matéria se utilizada de imagem, texto e som (ainda que possa ser acompanhado sem som, apenas lendo as informações dispostas no lado direito da tela.
Há a possibilidade de se avançar ou retroceder em cada capítulo que compõe o mini-documentário. Apesar desta possibilidade ser banal quando se fala em arquivos eletrônicos de aúdio e vídeo em formatos como MP3, MPEG ou Quicktime, ela é pouco comum em flash.
Todos esses elementos revelam-se grande atrativo ao público. Muito mais agradável e lúdico do que ler um extenso texto em fundo branco, "assistir" à matéria do Clarín, desenvolvida numa tecnologia de grande apelo visual, é muito mais cativante.
Portanto, apesar de as reportangens em flash serem pouco difundidas na internet, elas podem se mostrar um meio mais eficaz de transmitir informações.
Feita em flash, a matéria se utilizada de imagem, texto e som (ainda que possa ser acompanhado sem som, apenas lendo as informações dispostas no lado direito da tela.
Há a possibilidade de se avançar ou retroceder em cada capítulo que compõe o mini-documentário. Apesar desta possibilidade ser banal quando se fala em arquivos eletrônicos de aúdio e vídeo em formatos como MP3, MPEG ou Quicktime, ela é pouco comum em flash.
Todos esses elementos revelam-se grande atrativo ao público. Muito mais agradável e lúdico do que ler um extenso texto em fundo branco, "assistir" à matéria do Clarín, desenvolvida numa tecnologia de grande apelo visual, é muito mais cativante.
Portanto, apesar de as reportangens em flash serem pouco difundidas na internet, elas podem se mostrar um meio mais eficaz de transmitir informações.
Monday, September 19, 2005
Prostituta artística
Reconheço; entrei no Art Prostitute porque o nome era bonito. Simples assim, fútil assim. Dentre uma lista tão grande de sites desconhecidos, a escolha foi pelo nome que chamou mais atenção. Confesso também que, a princípio, não foi muito fácil identificar o mote do sítio. Arte por arte, qualquer coisa pode ser arte.
Me diverti com o recurso drag & drop usado pelo site, mas fui perceber sobre o que é o site só depois de um bom tempo. O site realmente é lindo, porém se apresenta falhas graves de comunicação. Só sabe de cara do que se tratam as figurinhas quem já entrou conhecendo a proposta da galeria. É necessário prestar atenção nas informações e textos postados no sítio, uma vez que não fica visualmente explícito se tratar de uma galeria de arte.
Me diverti com o recurso drag & drop usado pelo site, mas fui perceber sobre o que é o site só depois de um bom tempo. O site realmente é lindo, porém se apresenta falhas graves de comunicação. Só sabe de cara do que se tratam as figurinhas quem já entrou conhecendo a proposta da galeria. É necessário prestar atenção nas informações e textos postados no sítio, uma vez que não fica visualmente explícito se tratar de uma galeria de arte.
Do you Kartoo?
Quando eu comecei a buscar um site da lista para fazer essa análise, fui direto aos portifólios. Grandes chances de serem interessantes. Não sei se a confusão interna dos sites ou a minha total saturação do idioma inglês contribuiram, mas eu simplesmente não consegui navegar em nenhum deles. Quando vi a opção KartOO, não fiquei muito mais animada. Site de busca? Ah...
Para minha grande surpresa, o KartOO se revelou melhor do que eu esperava. Não que as buscas tragam conteúdos nunca mostrados antes, mas é um modo muito simpático de fazê-las. Ele organiza os sites encontrados por mapas, que se propõem a relacionar resultados com conteúdos iguais. Numa pesquisa sobre a Cásper Líbero, por exemplo, ele agrupa sites que falam de jornalismo, comunicação social, rádio, etc. E novos mapas são formados em outras páginas, a pesquisa não se limita só ao primeiro deles.
Cada vez que passamos o mouse sobre o símbolo de um site (que são desenhos de folhas de anotações), do lado esquerdo aparece uma figura (que seria um printscreen da página inicial do site, mas essa figura nem sempre aparece) e um trecho do texto, em que aparece a palavra procurada. É possível salvar os mapas, imprimi-los, enviá-los e mais opções do lado direito que eu tentei, mas não consegui usar (adicionar um site, adicionar um tema, mudar nome).
No fim das contas, não é uma ferramenta de busca revolucionária, apesar das ligações de assuntos entre os sites (às vezes elas são irrelevantes, como, ainda na pesquisa sobre a Cásper, a palavra Líbero aparece ligando dois endereços ... ???). Mas é bastante interessante e uma forma de sair um pouco do sempre-usado-nunca-abandonado Google.
Interessante também é o fato de que o site, sendo .com, aparece na língua do país da pessoa. Eu fiz a experiência sem querer, quando mandei o link para a minha amiga da Espanha. Ela também gostou muito do KazOO.

Para minha grande surpresa, o KartOO se revelou melhor do que eu esperava. Não que as buscas tragam conteúdos nunca mostrados antes, mas é um modo muito simpático de fazê-las. Ele organiza os sites encontrados por mapas, que se propõem a relacionar resultados com conteúdos iguais. Numa pesquisa sobre a Cásper Líbero, por exemplo, ele agrupa sites que falam de jornalismo, comunicação social, rádio, etc. E novos mapas são formados em outras páginas, a pesquisa não se limita só ao primeiro deles.
Cada vez que passamos o mouse sobre o símbolo de um site (que são desenhos de folhas de anotações), do lado esquerdo aparece uma figura (que seria um printscreen da página inicial do site, mas essa figura nem sempre aparece) e um trecho do texto, em que aparece a palavra procurada. É possível salvar os mapas, imprimi-los, enviá-los e mais opções do lado direito que eu tentei, mas não consegui usar (adicionar um site, adicionar um tema, mudar nome).
No fim das contas, não é uma ferramenta de busca revolucionária, apesar das ligações de assuntos entre os sites (às vezes elas são irrelevantes, como, ainda na pesquisa sobre a Cásper, a palavra Líbero aparece ligando dois endereços ... ???). Mas é bastante interessante e uma forma de sair um pouco do sempre-usado-nunca-abandonado Google.
Interessante também é o fato de que o site, sendo .com, aparece na língua do país da pessoa. Eu fiz a experiência sem querer, quando mandei o link para a minha amiga da Espanha. Ela também gostou muito do KazOO.

Tuesday, June 14, 2005
THX 1138 e o lide do próximo milênio
O filme THX 1138 mostra uma sociedade padronizada e alienada. As pessoas buscam a produtividade máxima, mais porque são levadas a acreditar que isso é importante do que por vontade própria. Aliás, vontade própria é algo que elas desconhecem. Automatizadas, realizam trabalhos repetitivos e têm reprimidos quaisquer impulsos de pensamento autônomo. São controladas e monitoradas.
Essa é a tendência que mais chama a atenção e, ao mesmo tempo, mais assusta em THX 1138. Já apontada no livro 1984 de George Orwell, a idéia de uma sociedade em que existe o controle e a observação constante de seus membros é expressão do medo de perda da liberdade e da privacidade do ser humano.
No filme, não só as pessoas são filmadas e observadas, mas também são consideradas números, componentes num sistema que tem por objetivo a máxima produtividade. Seus próprios nomes são combinações de letras e números. Não existe significado, existe quantidade.
Até mesmo a natalidade é controlada. Não se pode ter filhos por escolha ou por vontade. Filhos são somente peças de reposição para o futuro e têm de vir em quantidade certa. Um dos instintos mais primitivos do ser humano, a reprodução, é duramente reprimido
THX 1138 assusta justamente por esses elementos. A despersonalização do ser humano significa perder sua individualidade. E as pessoas são individualistas. Não se imaginam vestidas totalmente de branco, caminhando no mesmo compasso e na mesma direção e tomando sedativos. A busca hoje em dia é pela expressão da personalidade de cada um e a perspectiva de perdê-la causa aflição na humanidade.
Por outro lado, é parte do ser humano buscar identificação dentro de um grupo. A moda por exemplo, gera a sensação de inclusão. Por mais que busquem sua personalidade, as pessoas frequentemente estão copiando alguém ou um coletivo. Talvez por isso o impacto do filme seja tão grande. "Não quero perder minha personalidade, mas caminho para isso aos poucos", pensam os telespectadores. Não por culpa das máquinas, mas de seu próprio comportamento. Portanto, THX não é só uma projeção do futuro controlado por máquinas, é também o futuro conseqüência do comportamento humano. As máquinas tomando o poder é um conceito muito Matrix. O ser humano perdendo controle da sua individualidade é THX.
Três tendências apontadas em THX 1138 que já existem hoje no nosso cotidiano são:
- O uso da banda larga. Ou seja, o acesso rápido e eficaz.
- O monitoramento por câmeras. Em elevadores, corredores, garagens e muitos outros locais. O aviso de "sorria, você está sendo filmado" já não é novidade. Aliás, em muitos lugares, já nem avisam mais...
- O acesso sem fio. Não é mais imprescindível estar conectado à parede. A telefonia celular já se desenvolveu aponto de enviar e receber diversos tipos de informação (texto e imagem além de som, por exemplo). Satélites também cumprem essa função.
O texto de Fernando Villela, por sua vez, apresenta algumas teorias desenvolvidas por cientistas ao longo do século XX e uma previsão do próprio autor para o futuro. Destas, destacamos o Cérebro Global de Russel e a Noosfera de Teilhard de Chardin, além da visão de Villela.
O Cérebro Global seria formada pela evolução de uma rede que interliga telefones, rádio, televisão, satélites e internet, a qual, a rigor, já existe. A comparação ao sistema nervoso central animal vem exatamente da organização em rede desses meios, semelhante à dos organismos vivos. Cada emissor-transmissor de informação seria uma sinapse eletrônica, e por a rede à qual servem estar em constante mutação e crescimento, as sinapses têm a possibilidade de explorar tatilmente não só a Terra, mas também outros planetas. As redes de comunicação, como se pode identificar facilmente, são o pilar da sociedade atual.
A proposta de Chardin é muito semelhante. Embora não trate especificamente dos meios de comunicação como agentes da rede, a lógica das sinapses em constante expansão é também aqui aplicável.
Chardin especifica que em determinado momento da história, as forças da mente, por conta própria, serão capazes de criar um espaço contínuo de troca, que culminará na formação da Noosfera. Não se fala em meios, mas tal espaço pode ser traduzido nos dias de hoje como a própria internet. A teoria da Noosfera ainda prevê que tal rede atinja tal nível de complexidade, que seja capaz de pensar por conta própria.
Villela é mais prático em sua previsão, falando no "homem digital" - nada mais que um ciborgue em sua a acepção moderna. Prevê tal interferência engenharia genética, informática e nanotecnologia no organismo humano, que existirão as condições para que se estabeleça mesmo uma forma de telepatia através de dispositivos eletrônicos, como o implante de chips no cérebro. O tom absurdo da previsão é devidamente explicado pelo autor: para ele, o ser humano atual já é um ciborgue, munido de celulares, cd players portáteis, próteses de silicones e outros tantos itens presentes no nosso cotidiano.
Essa é a tendência que mais chama a atenção e, ao mesmo tempo, mais assusta em THX 1138. Já apontada no livro 1984 de George Orwell, a idéia de uma sociedade em que existe o controle e a observação constante de seus membros é expressão do medo de perda da liberdade e da privacidade do ser humano.
No filme, não só as pessoas são filmadas e observadas, mas também são consideradas números, componentes num sistema que tem por objetivo a máxima produtividade. Seus próprios nomes são combinações de letras e números. Não existe significado, existe quantidade.
Até mesmo a natalidade é controlada. Não se pode ter filhos por escolha ou por vontade. Filhos são somente peças de reposição para o futuro e têm de vir em quantidade certa. Um dos instintos mais primitivos do ser humano, a reprodução, é duramente reprimido
THX 1138 assusta justamente por esses elementos. A despersonalização do ser humano significa perder sua individualidade. E as pessoas são individualistas. Não se imaginam vestidas totalmente de branco, caminhando no mesmo compasso e na mesma direção e tomando sedativos. A busca hoje em dia é pela expressão da personalidade de cada um e a perspectiva de perdê-la causa aflição na humanidade.
Por outro lado, é parte do ser humano buscar identificação dentro de um grupo. A moda por exemplo, gera a sensação de inclusão. Por mais que busquem sua personalidade, as pessoas frequentemente estão copiando alguém ou um coletivo. Talvez por isso o impacto do filme seja tão grande. "Não quero perder minha personalidade, mas caminho para isso aos poucos", pensam os telespectadores. Não por culpa das máquinas, mas de seu próprio comportamento. Portanto, THX não é só uma projeção do futuro controlado por máquinas, é também o futuro conseqüência do comportamento humano. As máquinas tomando o poder é um conceito muito Matrix. O ser humano perdendo controle da sua individualidade é THX.
Três tendências apontadas em THX 1138 que já existem hoje no nosso cotidiano são:
- O uso da banda larga. Ou seja, o acesso rápido e eficaz.
- O monitoramento por câmeras. Em elevadores, corredores, garagens e muitos outros locais. O aviso de "sorria, você está sendo filmado" já não é novidade. Aliás, em muitos lugares, já nem avisam mais...
- O acesso sem fio. Não é mais imprescindível estar conectado à parede. A telefonia celular já se desenvolveu aponto de enviar e receber diversos tipos de informação (texto e imagem além de som, por exemplo). Satélites também cumprem essa função.
O texto de Fernando Villela, por sua vez, apresenta algumas teorias desenvolvidas por cientistas ao longo do século XX e uma previsão do próprio autor para o futuro. Destas, destacamos o Cérebro Global de Russel e a Noosfera de Teilhard de Chardin, além da visão de Villela.
O Cérebro Global seria formada pela evolução de uma rede que interliga telefones, rádio, televisão, satélites e internet, a qual, a rigor, já existe. A comparação ao sistema nervoso central animal vem exatamente da organização em rede desses meios, semelhante à dos organismos vivos. Cada emissor-transmissor de informação seria uma sinapse eletrônica, e por a rede à qual servem estar em constante mutação e crescimento, as sinapses têm a possibilidade de explorar tatilmente não só a Terra, mas também outros planetas. As redes de comunicação, como se pode identificar facilmente, são o pilar da sociedade atual.
A proposta de Chardin é muito semelhante. Embora não trate especificamente dos meios de comunicação como agentes da rede, a lógica das sinapses em constante expansão é também aqui aplicável.
Chardin especifica que em determinado momento da história, as forças da mente, por conta própria, serão capazes de criar um espaço contínuo de troca, que culminará na formação da Noosfera. Não se fala em meios, mas tal espaço pode ser traduzido nos dias de hoje como a própria internet. A teoria da Noosfera ainda prevê que tal rede atinja tal nível de complexidade, que seja capaz de pensar por conta própria.
Villela é mais prático em sua previsão, falando no "homem digital" - nada mais que um ciborgue em sua a acepção moderna. Prevê tal interferência engenharia genética, informática e nanotecnologia no organismo humano, que existirão as condições para que se estabeleça mesmo uma forma de telepatia através de dispositivos eletrônicos, como o implante de chips no cérebro. O tom absurdo da previsão é devidamente explicado pelo autor: para ele, o ser humano atual já é um ciborgue, munido de celulares, cd players portáteis, próteses de silicones e outros tantos itens presentes no nosso cotidiano.
Tuesday, April 26, 2005
Preconceito
O caso dos jogadores Grafite e Leandro Desábato ganhou grande destaque na mídia. O fato de o argenino Desábato, do Quimes, ter usado palavras preconceituosas para se referir ao brasileiro, do São Paulo, teve projeção.
As notícias não se concentraram apenas em descrever o acontecimento e o andamento da prisão e posterior libertação de Desábato. Também foram consultadas diversas pessoas e suas opiniões. O embaixador argentino, Juan Pablo Lohlé, o técnico do São Paulo, Leão, delegados e advogados envolvidos no caso foram entrevistados. A Folha até mesmo chegou a recuperar a origem do termo “macaquitos”, usado pelo argentino, desde a Guerra do Paraguai.
Mas o foco principal foi a discussão sobre o racismo. O acontecimento levou à reflexões e reportagens sobre o tema. Mais do que a briga entre os jogadores, a imprensa chamou atenção para o racismo, tanto fatos atuais até a sua entrada na Constituição brasileira em 1988 como crime inafiançável e imprescritível.
Tuesday, April 05, 2005
O jornalismo e a internet
Qual a importância do jornalista em relação ao conteúdo online?
Tornou-se tão fácil conseguir informações pela internet, que poderia parecer o fim de jornais, enciclopédias, livros, etc. No entanto, quem publica essas informações na rede?
Qualquer um.
Se antes, para fazer um simples trabalho escolar, era preciso revirar a Barsa, hoje o Google se mostra como uma ferramenta poderosa. Também blogs e outros sites se propõem a publicar notícias de cuja apuração nada sabemos.
Portanto, torna-se perigoso confiar em qualquer conteúdo encontrado na internet. O jornalista, então, junto com demais profissionais produtores de conhecimento, surge como uma necessidade. Filtrar e organizar essas informações garante a credibilidade e qualidade da pesquisa.
Por fim, a internet não vai acabar com a profissão de jornalista. Ela exige, na verdade, que esses profissionais exerçam nova função: vigiar a produção e guiar os usuários da World Wide Web.
Tornou-se tão fácil conseguir informações pela internet, que poderia parecer o fim de jornais, enciclopédias, livros, etc. No entanto, quem publica essas informações na rede?
Qualquer um.
Se antes, para fazer um simples trabalho escolar, era preciso revirar a Barsa, hoje o Google se mostra como uma ferramenta poderosa. Também blogs e outros sites se propõem a publicar notícias de cuja apuração nada sabemos.
Portanto, torna-se perigoso confiar em qualquer conteúdo encontrado na internet. O jornalista, então, junto com demais profissionais produtores de conhecimento, surge como uma necessidade. Filtrar e organizar essas informações garante a credibilidade e qualidade da pesquisa.
Por fim, a internet não vai acabar com a profissão de jornalista. Ela exige, na verdade, que esses profissionais exerçam nova função: vigiar a produção e guiar os usuários da World Wide Web.
Tuesday, March 22, 2005
Conteúdo
Partamos para...
O conteúdo encontrado pelo assinante no site é basicamente o mesmo que se encontra no edição das bancas. O que diferencia a edição digital da tradicional quanto ao conteúdo são os recursos disponíveis apenas na internet. Pode-se, por exemplo, ampliar uma foto no site, visitar links a partir das páginas do jornal e assistir vídeos. Além disso, o arquivo digital do Estadão está disponível para os assinantes da versão online. A única limitação é o pequeno porte do arquivo, que ajunta notícias somente a partir de novembro de 2004. Os arquivos de 2004 também não estão completo, não apresentando todas as edições dos últimos dois meses desse ano.Conclui-se, portanto, que a edição virtual do Estado de S. Paulo procura oferecer conteúdo extra além do encontrado na edição impressa,porém, este conteúdo extra acrescenta pouco ou nada à informação encontrada nas bancas, constituindo um artifício para angariar assinaturas.


