Tuesday, September 20, 2005

Piqueteros - la forma del fenómeno

Analisamos a matéria especial do site do Clarín sobre os piqueteros argentinos. O mais interessante dessa matéria é seu formato atípico: se aproxima muito de um documentário de vídeo, mas suas todas as suas imagens são fotos. São explorados efeitos como zooms (in e out) e panorâmicas, comuns no telejornalismo. Tais recursos não são novidade em vídeo e televisão, mas ainda não são difundidos no webjornalismo.

Feita em flash, a matéria se utilizada de imagem, texto e som (ainda que possa ser acompanhado sem som, apenas lendo as informações dispostas no lado direito da tela.

Há a possibilidade de se avançar ou retroceder em cada capítulo que compõe o mini-documentário. Apesar desta possibilidade ser banal quando se fala em arquivos eletrônicos de aúdio e vídeo em formatos como MP3, MPEG ou Quicktime, ela é pouco comum em flash.

Todos esses elementos revelam-se grande atrativo ao público. Muito mais agradável e lúdico do que ler um extenso texto em fundo branco, "assistir" à matéria do Clarín, desenvolvida numa tecnologia de grande apelo visual, é muito mais cativante.

Portanto, apesar de as reportangens em flash serem pouco difundidas na internet, elas podem se mostrar um meio mais eficaz de transmitir informações.

Monday, September 19, 2005

Prostituta artística

Reconheço; entrei no Art Prostitute porque o nome era bonito. Simples assim, fútil assim. Dentre uma lista tão grande de sites desconhecidos, a escolha foi pelo nome que chamou mais atenção. Confesso também que, a princípio, não foi muito fácil identificar o mote do sítio. Arte por arte, qualquer coisa pode ser arte.

Me diverti com o recurso drag & drop usado pelo site, mas fui perceber sobre o que é o site só depois de um bom tempo. O site realmente é lindo, porém se apresenta falhas graves de comunicação. Só sabe de cara do que se tratam as figurinhas quem já entrou conhecendo a proposta da galeria. É necessário prestar atenção nas informações e textos postados no sítio, uma vez que não fica visualmente explícito se tratar de uma galeria de arte.

Do you Kartoo?

Quando eu comecei a buscar um site da lista para fazer essa análise, fui direto aos portifólios. Grandes chances de serem interessantes. Não sei se a confusão interna dos sites ou a minha total saturação do idioma inglês contribuiram, mas eu simplesmente não consegui navegar em nenhum deles. Quando vi a opção KartOO, não fiquei muito mais animada. Site de busca? Ah...
Para minha grande surpresa, o KartOO se revelou melhor do que eu esperava. Não que as buscas tragam conteúdos nunca mostrados antes, mas é um modo muito simpático de fazê-las. Ele organiza os sites encontrados por mapas, que se propõem a relacionar resultados com conteúdos iguais. Numa pesquisa sobre a Cásper Líbero, por exemplo, ele agrupa sites que falam de jornalismo, comunicação social, rádio, etc. E novos mapas são formados em outras páginas, a pesquisa não se limita só ao primeiro deles.
Cada vez que passamos o mouse sobre o símbolo de um site (que são desenhos de folhas de anotações), do lado esquerdo aparece uma figura (que seria um printscreen da página inicial do site, mas essa figura nem sempre aparece) e um trecho do texto, em que aparece a palavra procurada. É possível salvar os mapas, imprimi-los, enviá-los e mais opções do lado direito que eu tentei, mas não consegui usar (adicionar um site, adicionar um tema, mudar nome).
No fim das contas, não é uma ferramenta de busca revolucionária, apesar das ligações de assuntos entre os sites (às vezes elas são irrelevantes, como, ainda na pesquisa sobre a Cásper, a palavra Líbero aparece ligando dois endereços ... ???). Mas é bastante interessante e uma forma de sair um pouco do sempre-usado-nunca-abandonado Google.
Interessante também é o fato de que o site, sendo .com, aparece na língua do país da pessoa. Eu fiz a experiência sem querer, quando mandei o link para a minha amiga da Espanha. Ela também gostou muito do KazOO.

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